sábado, 22 de março de 2014

MARIA, A MÃE DE JESUS -PORQUE OS CATÓLICOS AMAM MARIA - A PRESENÇA DE MARIA COMO MÃE E SEGUIDORA DAS VERDADES TRAZIDAS PELO FILHO DE DEUS FOI UMA CONSTANTE EM TODO O CAMINHAR DE SEU DIVINO FILHO JESUS. / ASSIM, COMO JESUS VEIO ATÉ NÓS POR MEIO DE MARIA, POR MEIO DE MARIA TAMBÉM CHEGAREMOS A JESUS / Muitas são aqueles de outra religião que dão menos importância à Maria e criticam a nos católicos por tamanha devoção a Mãe do Nosso Salvador.



“MARIA, A MÃE DE JESUS”

PORQUE OS CATÓLICOS AMAM MARIA

Maria esteve sempre com seu amado filho Jesus.
Não há como negar a importância de Maria, geradora do nosso amado Jesus. Um grande exemplo de Mãe.

ESTUDO SOBRE A PRESENÇA CONSTANTE DE MARIA NA VIDA DO SEU FILHO JESUS, à luz d evangelho.

ASSIM, COMO JESUS VEIO ATÉ NÓS POR MEIO DE MARIA, POR MEIO DE MARIA TAMBÉM CHEGAREMOS A JESUS

Foi o próprio Senhor quem escolheu esse caminho para chegar até nós e o exemplo, quem nos deixa é o próprio Jesus


Muitas são aqueles de outra religião que dão menos importância à Maria e criticam a nos católicos por tamanha devoção a Mãe do Nosso Salvador.

Ora, se você tem um grande amigo, que lhe é querido e participa da sua vida, com certeza você reconhece e respeita a sua mãe, como bem-aventurada geradora daquele lhe é muito querido.
Por isso achei interessante esse estudo, que deixa claro a grande importância de Maria na trajetória de seu amado filho Jesus.


 POR FAVOR, LEITORES, PASSEM  ADIANTE ESSE TEXTO
           



MARIA, A MÃE DE JESUS, RECONHECIDA NO NOVO TESTAMENTO:

     “Como posso merecer que a mãe do meu Senhor me venha visitar?” 
(Lc 1,43).
  
     “Simão abençoou-os e disse à Maria, a mãe: ‘Eis que este menino está posto para a ruína e para ressurreição de muitos em Israel, e para ser alvo de contradição. E uma espada trespassará a tua alma, a fim de descobrirem os pensamentos escondidos no coração de muitos’.”
 (Lc 2,34-35).

    “E sua mãe conservava no coração todas essas coisas. E Jesus crescia em sabedoria, em estatura e graça, diante de Deus e dos Homens.” (Lc 2,51-52)

    “Ao entrar na casa, (os magos), viram o menino com Maria, sua mãe...”
 (Mt 2,11).

    “Não é este o carpinteiro, o Filho de Maria”?
 (Mc 6,3).

     “Perto da cruz permaneciam de pé sua mãe...” 
(Jo 19,25).

      “Todos estes, unânimes, preservaram na oração com algumas mulheres entre as quais Maria, a mãe de Jesus...” (At 1,14).

SEGUNDO O TESTEMUNHO DOS QUATRO EVANGELISTAS, MARIA, ANTES DE TUDO E EM TODOS OS NÍVEIS, É A “MÃE DE JESUS”.



Quando Maria deu à luz Jesus (Lc 1,1-7), sua tarefa estava apenas começando, pois, como mãe, assim como todas as mães, teve que cuidar, educar e criar seu filho.

MARIA ESTEVE SEMPRE PRESENTE COM JESUS EM TODA A SUA VIDA TERRENA, DESDE O SEU NASCIMENTO (Lc 1,1-7), ATÉ A SUA MORTE DE CRUZ NO CALVÁRIO
(Jo 19,25-27).

Estando com Jesus em seu ventre, quando da visita à Isabel (Lc1,39-56), que Isabel reconheceu em Maria a mãe do seu Senhor: Como posso merecer que a mãe do meu Senhor me venha visitar? (Lc 1,43). 

Obviamente, foi Maria quem primeiro tocou, afagou, abraçou, beijou, banhou e envolveu Jesus em mantos e fraldas em seu nascimento.

Foi nos braços de Maria que Jesus foi apresentado às suas primeiras visitas depois do seu nascimento, os pastores, que haviam sido alertados por uma milícia celeste de Anjos sobre o nascimento do Salvador
 (Lc 1,8-20).

Foi nos braços de Maria que Jesus foi conduzido e apresentado no Templo para que fosse cumprida a lei de Moisés, e lá, nos braços de Maria, o velho Simeão e a profetisa Ana, inspirados pelo Espírito Santo, anteviram o destino do menino e as dores pelas quais sua mãe passaria: “Eis que este menino  está posto para a ruína e para ressurreição de muitos em Israel, e para ser alvo de contradição.
 E uma espada trespassará a tua alma, a fim de descobrirem os pensamentos escondidos nos corações de muitos”. (Lc 2,34-35).  


Foram os braços de Maria que serviram de altar e trono onde estava depositado o Menino Jesus para que os magos, que vieram do Oriente, o adorassem e lhe ofertassem presentes: ouro, incenso e mirra, como símbolos de majestade, oração em permanente contato com o Pai, e sofrimento extremo (Mt 2,1-12).

A primeira espada preconizada pelo velho Simeão não se fez de rogada para acontecer; Herodes, ao se ver enganado pelos magos (Mt 2,16-23), ordenou a morte dos meninos de dois anos para baixo de Belém e arredores, e foram os braços de Maria que envolveram, protegeram  e apertaram contra o seu seio maternal, durante longos dias sob o calor abrasador e causticante do deserto e intermináveis noites gélidas e tenebrosas, levando-o para as longínquas terras do Egito, lugar seguro e longe do perigo da sanha assassina de Herodes, preservando a sua vida e cuidando para que nenhum mal lhe acontecesse, cumprindo-se, assim a profecia de Jeremias: “Em Ramá se ouve uma vós, uma lamentação, um choro amargo: Raquel chora seus filhos, ela não quer ser consolada por seus filhos, porque eles já não existem.” (Jr 31,15), e depois, quando de lá voltaram, Oséias profetizou: “...do Egito chamei meu filho.” 
(Os 11,1).

Também, a segunda espada que trespassaria a alma de Maria não tardaria a chegar. Quando Jesus completou doze anos de idade saiu com sua mãe, Maria, e seu pai adotivo, José, da cidade de Nazaré, segundo o costume dos judeus, e foi até a cidade de Jerusalém, para a festa da Páscoa ( Lc 2,41-52), uma distância de, aproximadamente, cem quilômetros.

Na volta, Maria, sempre preocupada com seu filho Jesus, nota que ele não está na comitiva que reunia somente as mulheres. Julgou que ele estivesse na comitiva que reunia os homens e, ao observar que o menino não se encontrava nem entre as mulheres e nem entre os homens, que caminhavam durante o dia, separados em grupos, e à noite se agrupavam para que a família pernoitasse reunida, Maria e José voltam desesperados para Jerusalém à procura do jovenzinho Jesus, e lá o encontraram, depois de três dias de angústia, sofrimento e intensa busca, no Templo, conversando sobre as coisas do Pai com os doutores da lei.
Maria, com o coração apertado e com a voz trêmula, amorosamente repreende seu filho Jesus, dizendo: “Filho, porque você fez isso conosco? Olhe que seu pai e eu estávamos angustiados, à sua procura”, e Jesus com sabedoria e prontamente, procura acalmá-la e aproveita a oportunidade para antecipar a sua missão neste mundo, o porque de sua vinda até nós: “Por que me procuravam?Não sabiam que eu devo estar na casa do meu Pai?” (Lc 2,48-49).


COISA INTERESSANTE: A ÚLTIMA REFERÊNCIA QUE TEMOS SOBRE A INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA DE JESUS, e nesse período estando sempre presente a figura protetora e maternal de Maria, acontece nessa oportunidade, quando Jesus tinha doze anos de idade e, com os seus pais, fora até Jerusalém para comemorar a páscoa dos judeus. Dos doze anos de idade até a sua idade adulta, aproximadamente um período de vinte anos, nenhum dos quatro Evangelistas ousou fazer qualquer referência, qualquer comentário;
O Evangelista Lucas apenas referencia a volta de Jesus de Jerusalém, após a festa da Páscoa, para Nazaré quando ele tinha doze anos de idade: “Jesus desceu então com seus pais para Nazaré, e permaneceu obediente a eles. E sua mãe considerava no coração todas essas coisas. E Jesus crescia em sabedoria, em estatura e graça, diante de Deus e dos Homens.” 
(Lc 2,51-52), isto é, foi um filho obediente, amoroso, prestativo, compreensivo, ajudando a sua mãe nos afazeres domésticos e auxiliando seu pai na oficina de carpintaria aprendendo a profissão de seu pai adotivo.

NAQUELA CASA POBRE E HUMILDE DE NAZARÉ JESUS, DEUS QUE SE FEZ HOMEM, ESTAVA SOB A GUARDA DE DUAS DE SUAS CRIATURAS, AS MAIS SANTAS, AS MAIS PURAS QUE JÁ PISARAM O NOSSO CHÃO PARA MERECEREM TÃO DIVINA MISSÃO.

A casa de Nazaré era o ponto de contato entre o céu e a terra e, bem por isso, Evangelista algum tentou penetrar o segredo maravilhoso e o amor imenso vivido por essas três pessoas: Maria, José e Jesus, uma Sagrada Família, a Sagrada Família por excelência.

Lucas, o Evangelista da infância de Jesus, não deixa passar despercebido um detalhe que somente quem tem um coração extremamente sensível poderia ter observado: “Sua mãe conservava todas essas coisas no seu coração.” (Lc 2,51).
Como Maria deve ter acompanhado  todos os movimentos, todas as palavras, todos os impulsos, todas as reações, todos os sentimentos de seu filho Jesus, que ela sabia ser também o Filho de Deus; e ela, por toda a sua vida, “... conservava todas essas coisas no seu coração.” (Lc 2,51).

Os Evangelistas se calam nesse período. Apenas Lucas deixa por conta do coração de Maria registrar e conservar tudo o que tenha acontecido, e vem a  pergunta: por que?


A vida oculta de Jesus, Maria e José em Nazaré deve ter sido maravilhosa, divina e para que não fosse profanada ou mal interpretada e erroneamente transmitida, nenhum dos Evangelistas ousou retratá-la, deixando para que a imaginação de cada um de nós navegasse sobre as coisas maravilhosas e divinas  que conversaram e viveram Jesus e sua mãe, Maria, nesse período; o período da preparação de Jesus para o início de sua vida pública “...para se ocupar das coisas do Pai.” ( Lc 2,51).

Lucas complementa sobre a infância de Jesus afirmando: “Jesus crescia em sabedoria, em estatura e em graça diante de Deus e diante dos homens.” 
(Lc 2,52). Poderia ter havido alguma maneira mais digna e perfeita de um jovenzinho se tornar homem?  

QUANDO CHEGOU O MOMENTO DE COLOCAR EM PRÁTICA SUA MISSÃO, JESUS DEIXA SUA MÃE NA CASA DE NAZARÉ E DÁ INÍCIO AO SEU MINISTÉRIO. A partir daí a figura de José já não é mais citada, a não ser se referenciando a Jesus: “Porventura não é este o filho do carpinteiro?” (Mt 13,55).
Possivelmente José houvesse falecido no período dessa vida oculta de Jesus na cidade de Nazaré, e qual morte mais santa poderia ter acontecido entre os homens? José, moribundo, tendo de um lado de seu leito de morte Maria e do outro lado Jesus, o Filho de Deus, o próprio Deus, que, sem dúvida lhe tenha dito: “Vinde, bendito de meu Pai, possuí o reino que está preparado desde a criação do mundo...” (Mt 25,35). 

E JESUS PARTE PARA A SUA VIDA PÚBLICA. Mais uma vez a “espada” preconizada pelo velho Simeão entra em cena; a dor no coração de mãe de Maria ao ver seu filho partir para a mais perigosa das missões; o cordeiro entre os lobos, “...
o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.”
 (Jo 1,29); o Cordeiro de Deus que iniciava sua caminhada entre os lobos do mundo e, em seu coração de mãe, Maria, mais uma vez repete sua entrega total nas mãos do Senhor seu Deus:“Eis aqui a escrava do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra.” (Lc 1,37).

A PARTIR DAÍ, DISCRETAMENTE, MARIA CONTINUA ACOMPANHANDO SEU FILHO JESUS EM SUA CAMINHADA, NA SUA MISSÃO.


No Evangelho de João, 2,1-11, numa festa de casamento, Maria manifesta-se para pedir, para interceder a Jesus por alguém que estava em dificuldades, no caso, os noivos de Caná da Galiléia quando, durante o casamento, faltou vinho para os convidados da festa e Jesus, à solicitação de sua mãe, atendeu prontamente ao pedido de sua mãe. Na oportunidade Maria dá uma ordem aos serventes do casamento que ressoa em nossos ouvidos ainda hoje e por toda a eternidade, ordem que deve ser levada à sério por todos aqueles que se predispuseram aceitar Jesus como seu Senhor e Salvador: disse Maria aos servente, e nos diz Maria hoje: “FAZEI TUDO O QUE ELE VOS DISSER.” (Jo 2,5).


Em outra oportunidade, Maria, com certeza, estava no meio da multidão, era uma ouvinte assídua de seu filho Jesus em suas pregações quando “... uma mulher, levantando a sua voz no meio da multidão, disse-lhe: Bem-aventurado o ventre que te trouxe e os peitos a que foste amamentado!
Porém Jesus disse: Antes bem-aventurados aqueles que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática.”
 (Lc 11,27-28). 
Sutilmente este foi o maior elogio que Maria já recebera sobre a terra em vida e esse elogio veio exatamente de quem mais a conhecia: da boca e do coração de seu Divino Filho Jesus.

Por que? Porque Maria não é feliz simples e unicamente porque as suas entranhas trouxeram Jesus e os seus seios o amamentaram; EM PRIMEIRO LUGAR MARIA É FELIZ PORQUE, E ANTES DE TUDO, “... OUVIU A PALAVRA DE DEUS E A PÔS EM PRÁTICA.” 
(Lc 11,28).

Não foi isso que sua parenta Isabel, esposa de Zacarias e mãe de João Batista, dissera por ocasião de sua visita antes do nascimento de João Batista?  E o que disse Isabel?  Simplesmente se antecipou ao que Jesus disse nessa oportunidade, e, na sua afirmativa, Isabel estava repleta do Espírito Santo e disse: “... feliz aquela que creu, pois o que lhe foi dito da parte do Senhor será cumprido.” (Lc 1,45).
 E isso Isabel disse antes do nascimento de Jesus; e anos mais tarde o Senhor Jesus ratifica a afirmativa de Isabel que, na oportunidade, “... ficou repleta do Espírito Santo.” (Lc 1,41).

Maria não é feliz porque, simplesmente, foi escolhida por Deus para ser a mãe do Salvador, do Filho de Deus. MARIA É FELIZ PORQUE, ANTES DE SER MÃE DO FILHO DE DEUS, OUVIU A PALAVRA DE DEUS E A PÔS EM PRÁTICA, CONFORME O PRÓPRIO SENHOR JESUS JÁ AFIRMARA ANTES: “MINHA MÃE E MEUS IRMÃOS SÃO AQUELES QUE OUVEM A PALAVRA DE DEUS E A PÕE EM PRÁTICA.” (Lc 8,12; Mt 12,50).

Maria não somente ouviu a palavra, mas engravidou da Palavra, e “A Palavra se fez homem e habitou entre nós” (Jo 1,14); Maria deu à Palavra a natureza humana. Por Maria a Palavra se fez homem para que os homens se tornassem filhos de Deus.

A PRESENÇA DE MARIA COMO MÃE E SEGUIDORA DAS VERDADES TRAZIDAS PELO FILHO DE DEUS FOI UMA CONSTANTE EM TODO O CAMINHAR DE SEU DIVINO FILHO JESUS.

A caminhada de Maria com Jesus não foi feita só de elogios, não houve somente alegria.
O golpe mais violento e terrível, mais dolorido da “espada” profetizada pelo velho Simeão ainda estava por acontecer; a prisão programada pelos sacerdotes, fariseus, escribas, autoridades e chefes do povo, o julgamento mentiroso e com falsos testemunhos, a condenação forjada à cruz com requintes de brutalidade e selvageria, a crucificação mais covarde e impiedosa e, por fim, a morte de seu Divino Filho pendurado em uma cruz, “... o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.” (Jo 1,29). E nesse momento terrível de supremo sofrimento do Filho de Deus e seu Filho, Maria estava presente. Maria suportou tudo de pé, com dignidade e tolerância, sempre ao lado de seu Filho até o momento derradeiro aos pés da cruz.

Assim nos descreve esse momento crucial o Evangelista amado: “... ESTAVAM DE PÉ JUNTO À CRUZ DE JESUS SUA MÃE, MARIA, MULHER DE CLEÓFAS E MARIA MADALENA. JESUS VENDO SUA MÃE E JUNTO DELA O DISCÍPULO QUE ELE AMAVA, DISSE À SUA MÃE: MULHER, EIS AI O TEU FILHO. DEPOIS DISSE AO DISCÍPULO: EIS AÍ A TUA MÃE.” (Jo 19,25-26).


Maria aos pés da cruz acompanhando seu Divino Filho até o momento derradeiro de sua entrega total nas mãos do Pai.

MAS NÃO TERMINA AÍ A PARTICIPAÇÃO DE MARIA NO PLANO DE SALVAÇÃO DO SENHOR NOSSO DEUS. Depois do julgamento iníquo, morte, ressurreição e ascensão do Senhor Jesus aos céus (Lc 24,50-53), MARIA PERMANECEU COM OS APÓSTOLOS DO SENHOR FORTALECENDO-OS NA FÉ E ANIMANDO-OS EM SEU APOSTOLADO, CONFORME NOS CERTIFICA O LIVRO DOS ATOS DOS APÓSTOLOS: “Eram Pedro e João, Tiago e André, Felipe e Tomé, Bartolomeu e Mateus, Tiago, filho de Alfeu e Simão, o zelota; e Judas, filho de Tiago. Todos estes, unânimes, perseveraram na oração com algumas mulheres, entre as quais, Maria, a mãe de Jesus...” (At 1,13-14).

ASSIM, COMO JESUS VEIO ATÉ NÓS POR MEIO DE MARIA, POR MEIO DE MARIA TAMBÉM CHEGAREMOS A JESUS
Assim, como Jesus veio até nós por meio de Maria, por meio de Maria também chegaremos a Jesus ; foi o próprio Senhor quem escolheu esse caminho para chegar até nós e o exemplo, quem nos deixa é o próprio Jesus; se ele escolheu Maria para chegar até nós, nós também devemos escolher Maria para chegar com mais facilidade até ele, conforme escreveu São Luiz Maria Grignon de Montfort no livro “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”: “A SANTÍSSIMA VIRGEM É O MEIO DE QUE NOSSO SENHOR SE SERVIU PARA VIR A NÓS; E É O MEIO QUE NOS DEVEMOS SERVIR PARA IR A ELE”.

Se ainda não conhecemos bem Jesus como deveríamos conhecê-lo e amá-lo é porque ainda não conhecemos e nem amamos suficientemente bem Maria.

MARIA É A MÃE DE JESUS, PORTANTO, MÃE DE DEUS, PORQUE JESUS ASSUMINDO A NATUREZA HUMANA NÃO ABDICOU A NATUREZA DIVINA, CONFIRMANDO ISSO ISABEL, QUANDO DISSE, POR OCASIÃO DA VISITA QUE RECEBERA DE MARIA: “Como posso merecer que a mãe do meu Senhor me venha visitar?” (Lc 1,43).

No seio de Maria,  Jesus assumiu a natureza humana, sem abdicar a divina.
Repleta do Espírito Santo, Isabel exclama: "Donde me vem a dita que a Mãe de meu Senhor venha visitar-me?" (Lc 1, 43).  
Que quer dizer isso senão que Maria é a Mãe de Deus? “Mãe do Senhor” ou "Mãe de Deus" são expressões idênticas.

São Luiz Maria Grignon de Montfort, sacerdote falecido aos quarenta e três anos de idade em 1716 com apenas dezesseis anos de sacerdócio, como tantos outros santos, foi um extremado devoto de Maria, tendo escrito o livro “TRATADO DA VERDADEIRA DEVOÇÃO À SANTÍSSIMA VIRGEM”, nos deixando pensamentos maravilhosos sobre
A BELEZA DE MARIA, dos quais cito alguns:

“Deus Pai ajuntou todas as águas e denominou-as mar; reuniu todas as suas graças e chamou-as Maria.”

“Maria produziu, com o Espírito Santo, a maior maravilha que existiu e existirá: um Deus-homem.”

“Jesus é em toda parte e sempre o fruto e o Filho de Maria; e Maria é em toda parte a verdadeira árvore que dá o fruto da vida, e a verdadeira mãe que o produz”.

“O que Lúcifer perdeu por orgulho, Maria ganhou por humildade. O que Eva condenou e perdeu por desobediência, salvou-o Maria pela obediência. Eva, obedecendo à serpente, perdeu consigo todos os seus filhos e os entregou ao poder infernal; Maria, por sua perfeita fidelidade a Deus, salvou consigo todos os filhos e servos e os consagrou a Deus”.

“Maria está tão intimamente unida a Vós (Jesus) que mais fácil seria separar do sol a luz, e do fogo o calor; digo mais: com mais facilidade se separariam de Vós os anjos e os santos que a divina Mãe, pois que ela vos ama com mais ardor e vos glorifica com mais perfeição que todas as vossas outras criaturas.”

“Não tenha a pretensão de receber a graça de Deus, quem ofende sua Mãe Santíssima”.

“Um filho que obedece a Maria, pode acaso errar o caminho que leva à eternidade?”.

 FONTE :
http://caminhossenhor.blogspot.com.br/2012/12/maria-mae-de-jesus-at-114.html
Postado por Diácono Milton Restivo no blog 

domingo, 5 de janeiro de 2014

O DIA 6 DE JANEIRO É O DIA DOS TRÊS REIS MAGOS, OU DA FOLIA DE REIS / em 2014 será comemorado dia 05 / ORIGEM DA FESTA / FESTA DE REIS NO BRASIL / ORGANIZAÇÃO DA FESTA / PERSONAGENS / A FESTA DA EPIFANIA DO SENHOR / ESTE FOLCLORE NACIONAL, EMBORA UM POUCO DESCONHECIDO DAS GRANDES CIDADES TEM GRANDE SIGNIFICÂNCIA NO INTERIOR .


O DIA 6 DE JANEIRO É O DIA DOS TRÊS REIS MAGOS, OU DA FOLIA DE REIS

De origem portuguesa, a Folia de Reis é uma Festa católica ligada à comemoração do Natal, comemorada desde o século XIX
A festa também é tradicional no Brasil
DIZ A TRADIÇÃO QUE, quando os três Reis Magos, Gaspar, Melchior (ou Belchior) e Baltazar, viram a Estrela de Belém no céu, foram ao encontro de Jesus, que havia nascido. Ofereceram ao menino Jesus, como presente, ouro, incenso e mirra, que simbolizavam a realeza, a divindade e a imortalidade.
Segundo a tradição, um era negro, o outro branco e o terceiro moreno, representando toda a humanidade.


No cristianismo, o termo Reis Magos se refere a três célebres personagens que, segundo São Mateus, vieram do Oriente, guiados por uma estrela, visitar o recém-nascido Rei dos Judeus (Mt. Ii, 1-12). Este singelo e poético relato bíblico inspirou igualmente a tradição cristã primitiva, a imaginação popular e a arte dos pintores renascentistas. São vários os quadros célebres dessa cena. Desde cedo, a piedade cristã atribuiu nomes e outras particularidades a esse fato.
    A crença nos Reis Magos foi trazida desde os primórdios do descobrimento do Brasil, os encontros eram regados de comida, bebida, dança e orações cantadas em várias vozes.
    SUA FESTA, DIA 6 DE JANEIRO, FOI SEMPRE MUITO POPULAR EM TODA A EUROPA CATÓLICA, HOJE É AINDA LEMBRADA NOS PAÍSES LATINOS E MAIS ACENTUADA NA PENÍNSULA IBÉRICA ONDE É FERIADO. O Dia de Reis, como é conhecido e ainda é festejado de maneira toda especial conforme a tradição é o dia de dar e receber presentes. Os colonizadores, portugueses e espanhóis transplantaram essa manifestação para a América Latina.

É costume, nesse dia 06 de janeiro  desfazer as decorações natalinas, desmontar o presépio e guardar os enfeites de natal, mas a data correta é mais adiante, quando se encerra o ciclo natalino, dia 13 de janeiro e tem início o Tempo comum.( como veremos mais adiante)
    No interior do Brasil, essa data é festejada com os chamados reisados. Em geral são formados por grupos que percorrem casas mais abastadas pedindo presentes e entoando cânticos folclóricos:
    ...”Ò de casa, nobre gente, escutai e ouvireis, lá nas bandas do Oriente, são chegados os três Reis”
    O DIA DE REIS OU CONHECIDA COMO EPIFANIA INCLUI-SE NAS FESTIVIDADES DO CICLO NATALINO.
A FESTA DA EPIFANIA DO SENHOR - data especial em que o Menino Jesus foi apresentado ao mundo -  é celebrada pela Igreja Católica neste domingo, dia 5 de janeiro. Popularmente recebe outros nomes, como o Dia de Reis - visita dos Reis Magos a Jesus. A palavra Epifania vem do Grego (epifáneia), que significa manifestação pública. Após a Epifania é celebrado o Batismo de Jesus, este ano, 12 de janeiro, dia em que todos os cristãos fazem a renovação das promessas do Batismo.
ENCERRA-SE ASSIM O CICLO DO NATAL. No dia 13 de janeiro, tem início o Tempo Comum, dia próprio para guardar os presépios e os símbolos natalinos.

MUITOS PAÍSES CELEBRAM A DATA, E A FOLIA DE REIS É COMEMORADA DE MODO PARTICULAR EM CADA REGIÃO DO BRASIL.

EM ALGUNS PAÍSES EUROPEUS, A FESTA DE REIS É CELEBRADA COM MAIS SOLENIDADE QUE O NATAL E OS PRESENTES SÃO DADOS NO DIA 6 DE JANEIRO. NESSA DATA, OS MAGOS SÃO COLOCADOS NO PRESÉPIO E O MENINO JESUS NA MANJEDOURA É TROCADO POR UM MAIOR, QUE FICA NO COLO DA VIRGEM MARIA.

 FESTA DE REIS NO BRASIL 


No Brasil, principalmente no interior, acontecem os chamados Reisados ou Folias de Reis, festas folclóricas que receberam a influência das origens europeias da celebração, mas que adotaram formas e expressões locais na música, na dança e nas orações, dependendo da região do país.

Uma das festas culturais mais ricas do folclore brasileiro, acontece entre primeiro e seis de janeiro, quando as chamadas "companhias" vão de casa em casa cantar os seus versos acompanhados de violas, violões, sanfonas, pandeiros, triângulos, caixas e instrumentos de corda. Alguns vestem fardas e máscaras. O restante dos componentes usa uniforme, geralmente calças e camisas sociais.
ORGANIZAÇÃO DA FESTA
O embaixador da companhia é responsável pela organização geral e pela bandeira. É ele quem cria, como um repentista, os versos principais, de acordo com a profecia, ou seja, de acordo com as passagens da viagem dos três reis a história de Maria e São José e o nascimento do menino Jesus.
 AS COMPANHIAS VÃO DE PORTA EM PORTA DURANTE OS SEIS DIAS DE FESTA. Segundo a tradição, os versos só podem ser cantados na casa da pessoa, que deve ter uma imagem do menino Jesus na manjedoura ou um presépio.

Aqueles que recebem a visita do Reisado em suas casas (representando a visita dos Reis Magos a Jesus) devem oferecer alguma comida a seus integrantes, que agradecem ao hospedeiro e seguem para o próximo destino. NO DIA DE REIS, 6 DE JANEIRO, A BANDEIRA RETORNA À CASA DO EMBAIXADOR.

INSTRUMENTOS UTILIZADOS
Os instrumentos utilizados normalmente são a viola caipira, o acordeom ou sanfona,  a gaita, o reco-reco e a flauta ,caixa, pandeiro, chocalho, violão e outros instrumentos, seguem os foliões pela noite adentro em longas caminhadas.
Estes instrumentos são sempre enfeitados com fitas coloridas, cada cor representa um simbolismo, rosa, amarela e azul, podem representar Maria, a branca o Espírito Santo.

A BANDEIRA

OS FOLIÕES Liderado pelo Capitão da Folia, seguem reverenciando a bandeira, carregada pelo bandeireiro.  Estandarte de madeira ornado com motivos religiosos), a qual tributam especial respeito .A bandeira carrega o símbolo da folia. Decorada com figuras que levam ao menino Jesus, feita geralmente de tecido, é enfeitada com fitas e flores de plástico, tecido ou papel, sempre costuradas ou presas com alfinete, nunca amarradas com nós cegos, para segundo a crença não “amarrar” os foliões ou atrapalhar a caminhada

OS FOLIÕES

 Grupo composto de homens simples, geralmente de origem rural; são os participantes da festa que dão exemplo grandioso através de sua cantoria de fé
Ao chegar às casas que os recebem, a primeira a entrar é a bandeira, que fica hasteada e todos então cantam a canção de chegada.
Os foliões cumprem promessa de, por sete anos consecutivos, saírem com a Folia e arrecadar em suas andanças donativos para realizarem anualmente, no dia 20 de janeiro, Dia de São Sebastião, festa com cantorias e ladainhas.

FESTEIRO
Na casa que recebe os foliões tem o festeiro, que é o responsável pela preparação da festa da chegada da bandeira. Ao sair os foliões então cantam a canção de despedida e agradecem os donativos e partem para outra casa que os receberão.


OS ALMOÇOS E JANTARES, OFERECIDOS PELOS DONOS DAS CASAS
Em seguida acontecem as paradas para os almoços e jantares, oferecidos pelos donos das casas e que são agradecidos pelos foliões com modas de viola e danças como o cateretê e catira.

PERSONAGENS: os personagens somam doze pessoas e todos os integrantes do grupo trajam roupas bastante coloridas, sendo eles: Mestre, Contra-Mestre, os Três Reis Magos, Palhaço e Foliões.

O BASTIÃO OU PALHAÇO
Com seu jeito cínico e dissimulado, deve proteger o Menino Jesus, confundindo os soldados de Herodes. O seu jeito alegre e suas vestimentas coloridas são responsáveis pela distração e divertimento de quem assiste à apresentação. Representando o Mal, usa geralmente máscara confeccionada com pele de animal e vai sempre afastado um pouco da formação normal da Folia, nunca se adiantando à "bandeira". Apesar de seu simbolismo, é personagem alegre, que dança e improvisa versos, criando momentos de grande descontração.
O Bastião ou palhaço, que usa roupas coloridas, máscara e carrega uma espada e é o responsável por abrir passagem para a Folia, também recita poesias e cita passagens da Bíblia.

 OS PALHAÇOS COSTUMAM DUELAR ENTRE SI, POR MEIO DE SUAS TROVAS E VERSOS CANTADOS QUANDO MAIS DE UMA FOLIA SE ENCONTRAM. Na bênção da Folia na igreja, os palhaços tiram suas máscaras em respeito, os que se recusam a tirar as máscaras têm que esperar os outros foliões do lado de fora.
 Os demais participantes se dividem de forma que cada um cante de uma maneira no coro de vozes e isso traz um som muito agradável.
REIS MAGOS
Os Três Reis Magos fazem a viagem da Esperança, certos de encontrarem sua estrela. Os Reis Magos, a fim de informar o Rei Herodes onde estava o menino Jesus. Mas que ao encontrarem o menino, eles se arrependeram e se ajoelharam em adoração. Os palhaços acompanham a Folia de longe, indo atrás, para não serem notados. Só depois se revelam e cantam versos

O MESTRE
O Mestre e o Contra-mestre: donos de conhecimentos sobre a manifestação, são aqueles que comandam os foliões.
O mestre, sempre inicia os cânticos, é a posição mais importante do bando, pois ele é o responsável pelo andamento dos cantos, da colocação das vozes, é uma espécie de maestro, além de ser o que conhece a origem do grupo, o fundamento e a história da trajetória.
Vão liderados por mestre e contra-mestre, figuras de relevância dentro da Folia por conhecerem os versos - são os puxadores do canto.
"Era meia-noite em ponto
Bateu asa e cantou o galo
Bateu asa e cantou o galo..."
"Que Jesus dê vida e saúde
Só voltamos para o ano
Só voltamos para o ano..."

VERSOS IMPROVISADOS
Com versos improvisados de agradecimento pela acolhida, os demais, cada qual na sua voz e vez, repetem os versos acompanhados pelos seus instrumentos. 
    Muitas manifestações culturais e religiosas em nosso país se baseiam em músicas ou mesmo em estrofes com 4 versos, com versos falados ou cantados, passados de geração em geração pela rica cultura oral. As músicas ou versos cantados nessas manifestações têm uma cadência tão característica, e temática tão própria que só de ouvir de longe já se sabe do que se trata.
... Eu te saúdo Rei Gaspar
Dai-me dessa semente para
Que eu possa ter e possa dar

...Eu te saúdo Rei Belchior
Dai-me dessa semente para
Que eu possa ter e possa dar

...Eu te saúdo Rei Baltazar
Dai-me dessa semente para
Que eu possa ter e possa dar
O PONTO ALTO DA FESTA SE DÁ QUANDO DOIS GRUPOS SE ENCONTRAM. JUNTOS, ELES CAMINHAM EM DIREÇÃO AO PRESÉPIO DA FESTA, O PONTO FINAL DA CAMINHADA.
Exemplo de música:
Ó di casa, ó di fora / Qui hora tão excelente
É o glorioso santo Reis / Qui é vem do Oriente
Ó de casa, ó de casa / Alegra esse moradô
Que o glorioso santo Reis / Na sua porta chegô
Aqui está santo Reis  / Meia-noite foras dóra
Procurou vossa morada / Pedino sua ismola
Santo Reis e Nossa Senhora / Foi passeá em Belém
São José pediu ismola / Santo Reis pede também
A ismola que vóis dá  / Nois viemo arrecebê
O glorioso santo Reis / É quem vai agradecê
Santo Reis pede ismola / Não é ouro nem dinhêro
Ele pede um agitoru / Um alimento pros festero
Sôr dono da casa / Vem abri as portaria
Recebê santo Reis /  Com sua nobre folia
Sôr dono da casa /  Alevanta e cende a luz
Vem a ver santo Reis /  O retrato de Jesus
Paremo na sua porta /  Com oro na balança
Aqui tamo a sua espera /  Da sua determinança
Deus te sarve casa nobre / Ande mora gente nobre
Que de Deus é visitado / Deus o sarve a luz do dia
Deus o sarve a claridade / Deus o sarve as três pessoa
Da Santíssima Trindade / Deus o sarve as três pessoa
Com a sua santidade / É três pessoa divina
Aonde nasce a divindade /  O sinal da Santa Cruz
É principo de oração /  É o principo desse canto
Desta rica invocação  / Deus te sarve oratóro
É coluna que Deus fez /  Hoje tá visitado
Do glorioso santo Reis  / Deus te sarve oratóro
Cum todo seus ornamento / Deus te sarve as estampinha
E as image qu’estão dentro / Deus te sarve as image
As pequena e as maió /  Sincerra em uma só
Sôr dono da casa / Alegra seu coração
Arreceba santo Reis  / Com todo seus folião
Santo Reis desceu do céu  / Cortano vento nas asa
Vei pedi um agasaio  / Para o dono desta casa
Santo Reis e vem girano  / Cançadim do trabaio
Procurô vossa morada  / Pra pedi um agasaio
Santo Reis veio voano   / Nos are fez um remanso
Procurô sua morada / Pra fazê o seu descanso
Sôr dono da casa  / Muito alegre deve está
Do glorioso santo Reis / Hoje vei lhe avisitá
Concluímo este canto / Fazeno o siná da cruz
Pade, Fio, Esprito Santo / Para sempre, amém Jesus
"Santos Reis vai despedindo  / Deixando muita saudade.
Vai deixando muita benção  / Pro povo desta cidade."

ESTE FOLCLORE NACIONAL, EMBORA UM POUCO DESCONHECIDO DAS GRANDES CIDADES TEM GRANDE SIGNIFICÂNCIA NO INTERIOR .
Nas pesquisas realizadas junto a grupos  de foliões pode-se notar grande fé popular nos Reis Magos, muitas promessas são feitas e muitos milagres são narrados pelos foliões.
SIMPATIA DAS ROMÃS
1) No dia de Reis, coloque três caroços de romã dentro da carteira para ter dinheiro durante o Ano Novo.
2) No Dia de Reis, dia 6 de janeiro, pegar uma romã e retirar 9 sementes pedindo aos 3 Reis Magos, Baltasar, Belchior e Gaspar que nesse ano que se inicia você tenha muita saúde, amor, paz, dinheiro.
Depois pegue 3 das nove sementes e guarde num saquinho, papel, o que der. Essas sementes ficarão dentro da carteira para nunca faltar dinheiro.
As outras 3 você engole e as últimas três que sobraram você joga pra trás fazendo o pedido que desejar. É infalível. Você pode não ficar rico, mas na sua carteira vai ter sempre algum dinheiro.

    Existem grandes feiras promovidas por entidades governamentais e encontros de folias que ajudam na manutenção da cultura, principalmente nas cidades do interior.
    UM GRANDE ESFORÇO É REALIZADO PELAS FAMÍLIAS FESTEIRAS PARA MANTER A TRADIÇÃO DOS REISADOS, PASSANDO E ENSINANDO DE FORMA ORAL, VOLUNTÁRIA E POUCO DIDÁTICA PARA FILHOS, PARENTES, VIZINHOS E COMUNIDADE EM PROL DA PRESERVAÇÃO CULTURAL.
    Dados estatísticos mostram muitas folias espalhadas por todo o Brasil e em grande proporção e diversidade. Muitos grupos mesmo sem apoio financeiro ou incentivos culturais, no interior do país continuam suas apresentações e visitas pela fé e pela preservação colocando à mostra a riqueza das manifestações populares brasileiras.


ESSE ESTUDO SOBRE A FOLIA DE REIS FOI REALIZADO POR MARIZETE CAJAÍBA DE OLIVEIRA BASEADO EM INFORMAÇÕES OBTIDAS NAS SEGUINTES FONTES :
http://www.efdeportes.com/efd145/tradicao-e-fe-na-folia-de-reis.htm