sábado, 2 de março de 2013

A SEMANA SANTA - TEXTO PARA CATEQUESE E EVANGELHO SEGUNDO JOÃO 18,1-19,42


texto para catequese:

A SEMANA SANTA


 Novamente nos aproximamos da principal semana do ano, a única que tem o adjetivo de santa e na qual revivemos os principais mistérios de nossa fé: paixão, morte e ressurreição de Jesus, o Filho de Deus que veio a este mundo, nascendo da Virgem Maria. A Semana Santa constitui-se em um grande retiro anual. A liturgia da Semana Santa apresenta muitos temas que nos ajudam a crescer espiritualmente.

Iniciamos a Semana Santa com o Domingo de Ramos, quando repetimos os gestos dos habitantes de Jerusalém que saúdam Jesus como o Messias, como Aquele que vem em nome do Senhor Onipotente.
Na Quinta-feira festejamos a instituição da Eucaristia, do Sacerdócio e do Mandamento do Amor. Na Eucaristia Jesus transforma o pão e o vinho em seu corpo e seu sangue. A instituição do sacerdócio católico acontece quando Jesus diz aos Apóstolos que façam isso em memória dele. O mandamento do amor, deixado por Jesus como herança, ensina a lavarmos os pés uns dos outros, como Ele, nosso Senhor e Mestre o fez.
Na Sexta-feira celebramos a paixão e morte de Jesus. Durante sua vida terrena, Jesus só fez o bem, ajudando as pessoas, mas é injustamente condenado, torturado e morto em uma cruz.

No Sábado Santo temos as bênçãos do fogo novo e do Círio Pascal, símbolo do Cristo ressuscitado. As leituras bíblicas recordam a história da Salvação.
O Domingo da Páscoa é o dia mais importante e solene do ano litúrgico. Na madrugada do domingo, Jesus ressuscita e aparece aos discípulos. Sua ressurreição é garantia da nossa ressurreição. A alegria e a esperança da ressurreição devem acompanhar-nos durante todo o ano. Em nossas comunidades, participemos ativamente das celebrações da Semana Santa. É o encontro da comunidade com Jesus vivo que quer atuar em nossas vidas.


PAIXÃO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO SEGUNDO JOÃO 18,1-19,42

PRENDERAM JESUS E O AMARRARAM.
1Jesus saiu com os discípulos
para o outro lado da torrente do Cedron.
Havia aí um jardim, onde ele entrou com os discípulos.
2Também Judas, o traidor, conhecia o lugar,
porque Jesus costumava reunir-se aí
com os seus discípulos.
3Judas levou consigo um destacamento de soldados
e alguns guardas dos sumos sacerdotes e fariseus,
e chegou ali com lanternas, tochas e armas.
4Então Jesus, consciente de tudo o que ia acontecer,
saiu ao encontro deles e disse: ‘A quem procurais?’
5Responderam: ‘A Jesus, o nazareno’.
Ele disse: ‘Sou eu’.
Judas, o traidor, estava junto com eles.
6Quando Jesus disse: ‘Sou eu’,
eles recuaram e caíram por terra.
7De novo lhes perguntou:
‘A quem procurais?’
Eles responderam: ‘A Jesus, o nazareno’.
8Jesus respondeu: ‘Já vos disse que sou eu.
Se é a mim que procurais,
então deixai que estes se retirem’.
9Assim se realizava a palavra que Jesus tinha dito:
‘Não perdi nenhum daqueles que me confiaste’.
10Simão Pedro, que trazia uma espada consigo,
puxou dela e feriu o servo do sumo sacerdote,
cortando-lhe a orelha direita.
O nome do servo era Malco.
11Então Jesus disse a Pedro:
‘Guarda a tua espada na bainha.
Não vou beber o cálice que o Pai me deu?’
Conduziram Jesus primeiro a Anás.
12Então, os soldados, o comandante e os guardas dos
judeus prenderam Jesus e o amarraram.
13Conduziram-no primeiro a Anás, que era o sogro de
Caifás, o sumo sacerdote naquele ano.
14Foi Caifás que deu aos judeus o conselho:
‘É preferível que um só morra pelo povo’.
15Simão Pedro e um outro discípulo seguiam Jesus.
Esse discípulo era conhecido do sumo sacerdote
e entrou com Jesus no pátio do sumo sacerdote.
16Pedro ficou fora, perto da porta.
Então o outro discípulo,
que era conhecido do sumo sacerdote, saiu,
conversou com a encarregada da porta
e levou Pedro para dentro.
17A criada que guardava a porta disse a Pedro:
‘Não pertences também tu aos discípulos desse homem?’
Ele respondeu: ‘Não’.
18Os empregados e os guardas fizeram uma fogueira
e estavam-se aquecendo, pois fazia frio.
Pedro ficou com eles, aquecendo-se.
19Entretanto, o sumo sacerdote interrogou Jesus
a respeito de seus discípulos e de seu ensinamento.
20Jesus lhe respondeu:
‘Eu falei às claras ao mundo. Ensinei sempre na
sinagoga e no Templo, onde todos os judeus se reúnem.
Nada falei às escondidas.
21Por que me interrogas? Pergunta aos que ouviram o que
falei; eles sabem o que eu disse.’
22Quando Jesus falou isso, um dos guardas que ali estava
deu-lhe uma bofetada, dizendo:
‘É assim que respondes ao sumo sacerdote?’
23Respondeu-lhe Jesus: ‘Se respondi mal, mostra em quê;
mas, se falei bem, por que me bates?’
24Então, Anás enviou Jesus amarrado para Caifás,
o sumo sacerdote.
Não és tu também um dos discípulos dele? Pedro negou: ‘Não!
25Simão Pedro continuava lá, em pé, aquecendo-se.
Disseram-lhe:
‘Não és tu, também, um dos discípulos dele?’
Pedro negou: ‘Não!’
26Então um dos empregados do sumo sacerdote,
parente daquele a quem Pedro tinha cortado a orelha,
disse: ‘Será que não te vi no jardim com ele?’
27Novamente Pedro negou. E na mesma hora, o galo cantou.
O meu reino não é deste mundo.
28De Caifás, levaram Jesus ao palácio do governador.
Era de manhã cedo.
Eles mesmos não entraram no palácio,
para não ficarem impuros e poderem comer a páscoa.
29Então Pilatos saiu ao encontro deles e disse:
‘Que acusação apresentais contra este homem?’
30Eles responderam: ‘Se não fosse malfeitor,
não o teríamos entregue a ti!’
31Pilatos disse: ‘Tomai-o vós mesmos
e julgai-o de acordo com a vossa lei.’
Os judeus lhe responderam:
‘Nós não podemos condenar ninguém à morte’.
32Assim se realizava o que Jesus tinha dito,
significando de que morte havia de morrer.
33Então Pilatos entrou de novo no palácio,
chamou Jesus e perguntou-lhe:
‘Tu és o rei dos judeus?’
34Jesus respondeu:’Estás dizendo isto por ti mesmo,
ou outros te disseram isto de mim?’
35Pilatos falou: ‘Por acaso, sou judeu?
O teu povo e os sumos sacerdotes te entregaram a mim.
Que fizeste?’.
36Jesus respondeu: ‘O meu reino não é deste mundo.
Se o meu reino fosse deste mundo,
os meus guardas lutariam para que eu não
fosse entregue aos judeus.
Mas o meu reino não é daqui.’
37Pilatos disse a Jesus: ‘Então tu és rei?’
Jesus respondeu: ‘Tu o dizes: eu sou rei.
Eu nasci e vim ao mundo para isto:
para dar testemunho da verdade.
Todo aquele que é da verdade escuta a minha voz.’
38Pilatos disse a Jesus: ‘O que é a verdade?’
Ao dizer isso, Pilatos saiu ao encontro dos judeus,
e disse-lhes: ‘Eu não encontro nenhuma culpa nele.
39Mas existe entre vós um costume,
que pela Páscoa eu vos solte um preso.
Quereis que vos solte o rei dos Judeus?’
40Então, começaram a gritar de novo:
‘Este não, mas Barrabás!’ Barrabás era um bandido.
Viva o rei dos judeus!
19,1Então Pilatos mandou flagelar Jesus.
2 Os soldados teceram uma coroa de espinhos
e colocaram-na na cabeça de Jesus.
Vestiram-no com um manto vermelho,
3 aproximavam-se dele e diziam:’Viva o rei dos judeus!’
E davam-lhe bofetadas.
4Pilatos saiu de novo e disse aos judeus:
‘Olhai, eu o trago aqui fora, diante de vós,
para que saibais que não encontro nele crime algum.’
5Então Jesus veio para fora,
trazendo a coroa de espinhos e o manto vermelho.
Pilatos disse-lhes: ‘Eis o homem!’
6Quando viram Jesus,
os sumos sacerdotes e os guardas começaram a gritar:
‘Crucifica-o! Crucifica-o!’
Pilatos respondeu: ‘Levai-o vós mesmos para o
crucificar, pois eu não encontro nele crime algum.’
7Os judeus responderam: ‘Nós temos uma Lei,
e, segundo esta Lei, ele deve morrer,
porque se fez Filho de Deus’.
8Ao ouvir estas palavras, Pilatos ficou com mais medo ainda.
9Entrou outra vez no palácio
e perguntou a Jesus: ‘De onde és tu?’
Jesus ficou calado.
10Então Pilatos disse: ‘Não me respondes?
Não sabes que tenho autoridade para te soltar
e autoridade para te crucificar?’
11Jesus respondeu:
‘Tu não terias autoridade alguma sobre mim,
se ela não te fosse dada do alto.
Quem me entregou a ti, portanto, tem culpa maior.’
Fora! Fora! Crucifica-o!
12Por causa disso, Pilatos procurava soltar Jesus.
Mas os judeus gritavam:
‘Se soltas este homem, não és amigo de César.
Todo aquele que se faz rei, declara-se contra César’.
13Ouvindo estas palavras, Pilatos trouxe
Jesus para fora e sentou-se no tribunal,
no lugar chamado ‘Pavimento’, em hebraico ‘Gábata’.
14Era o dia da preparação da Páscoa,
por volta do meio-dia.
Pilatos disse aos judeus: ‘Eis o vosso rei!’
15Eles, porém, gritavam: ‘Fora! Fora! Crucifica-o!’
Pilatos disse: ‘Hei de crucificar o vosso rei?’
Os sumos sacerdotes responderam:
‘Não temos outro rei senão César’.
16Então Pilatos entregou Jesus para ser crucificado,
e eles o levaram.
Ali o crucificaram, com outros dois.
17Jesus tomou a cruz sobre si
e saiu para o lugar chamado ‘Calvário’,
em hebraico ‘Gólgota’.
18Ali o crucificaram, com outros dois:
um de cada lado, e Jesus no meio.
19Pilatos mandou ainda escrever um letreiro
e colocá-lo na cruz; nele estava escrito:
‘Jesus o Nazareno, o Rei dos Judeus’.
20Muitos judeus puderam ver o letreiro, porque o lugar em
que Jesus foi crucificado ficava perto da cidade.
O letreiro estava escrito em hebraico, latim e grego.
21Então os sumos sacerdotes dos judeus disseram a
Pilatos: ‘Não escrevas ‘O Rei dos Judeus’,
mas sim o que ele disse: ‘Eu sou o Rei dos judeus’.’
22Pilatos respondeu: ‘O que escrevi, está escrito’.
Repartiram entre si as minhas vestes.
23Depois que crucificaram Jesus,
os soldados repartiram a sua roupa em quatro partes,
uma parte para cada soldado.
Quanto à túnica, esta era tecida sem costura,
em peça única de alto a baixo.
24Disseram então entre si: ‘Não vamos dividir a túnica.
Tiremos a sorte para ver de quem será’.
Assim se cumpria a Escritura que diz:
‘Repartiram entre si as minhas vestes
e lançaram sorte sobre a minha túnica’.
Assim procederam os soldados.
Este é o teu filho. Esta é a tua mãe.
25Perto da cruz de Jesus, estavam de pé
a sua mãe, a irmó da sua mãe, Maria de Cléofas,
e Maria Madalena.
26Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que
ele amava, disse à mãe: ‘Mulher, este é o teu filho’.
27Depois disse ao discípulo: ‘Esta é a tua mãe’.
Daquela hora em diante, o discípulo a acolheu consigo.
Tudo está consumado.
28Depois disso, Jesus, sabendo que tudo estava consumado,
e para que a Escritura se cumprisse até o fim,
disse: ‘Tenho sede’.
29Havia ali uma jarra cheia de vinagre.
Amarraram numa vara uma esponja embebida de vinagre
e levaram-na à boca de Jesus.
30Ele tomou o vinagre e disse: ‘Tudo está consumado’.
E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.
E logo saiu sangue e água.
31Era o dia da preparação para a Páscoa.
Os judeus queriam evitar
que os corpos ficassem na cruz durante o sábado,
porque aquele sábado era dia de festa solene.
Então pediram a Pilatos
que mandasse quebrar as pernas aos crucificados
e os tirasse da cruz.
32Os soldados foram
e quebraram as pernas de um e depois do outro
que foram crucificados com Jesus.
33Ao se aproximarem de Jesus, e vendo que já estava
morto, não lhe quebraram as pernas;
34mas um soldado abriu-lhe o lado com uma lança,
e logo saiu sangue e água.
35Aquele que viu, dá testemunho e seu testemunho é
verdadeiro; e ele sabe que fala a verdade,
para que vós também acrediteis.
36Isso aconteceu para que se cumprisse a Escritura,
que diz: ‘Não quebrarão nenhum dos seus ossos’.
37E outra Escritura ainda diz:
‘Olharão para aquele que transpassaram’.
Envolveram o corpo de Jesus com os aromas, em faixas de linho.
38Depois disso, José de Arimatéia,
que era discípulo de Jesus
- mas às escondidas, por medo dos judeus -
pediu a Pilatos para tirar o corpo de Jesus.
Pilatos consentiu.
Então José veio tirar o corpo de Jesus.
39Chegou também Nicodemos,
o mesmo que antes tinha ido a Jesus de noite.
Trouxe uns trinta quilos de perfume
feito de mirra e aloés.
40Então tomaram o corpo de Jesus
e envolveram-no, com os aromas, em faixas de linho,
como os judeus costumam sepultar.
41No lugar onde Jesus foi crucificado, havia um jardim
e, no jardim, um túmulo novo,
onde ainda ninguém tinha sido sepultado.
42Por causa da preparação da Páscoa, e como o túmulo
estava perto, foi ali que colocaram Jesus.
Palavra da Salvação.








texto para catequista:

Vivendo a Semana Santa


A Semana Santa é o grande retiro espiritual das comunidades eclesiais, convidando os cristãos à conversão e renovação de vida. Ela se inicia com o Domingo de Ramos e se estende até o Domingo da Páscoa. É a semana mais importante do ano litúrgico, quando se celebram de modo especial os mistérios da paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo.
DOMINGO DE RAMOS – A celebração desse dia lembra a entrada de Jesus em Jerusalém, aonde vai para completar sua missão, que culminará com a morte na cruz. Os evangelhos relatam que muitas pessoas homenagearam a Jesus, estendendo mantos pelo chão e aclamando-o com ramos de árvores. Por isso hoje os fiéis carregam ramos, recordando o acontecimento. Imitando o gesto do povo em Jerusalém, querem exprimir que Jesus é o único mestre e Senhor.
2ª A 4ª FEIRAS – Nestes dias, a Liturgia apresenta textos bíblicos que enfocam a missão redentora de Cristo. Nesses dias não há nenhuma celebração litúrgica especial, mas nas comunidades paroquiais, é costume realizarem procissões, vias-sacras, celebrações penitenciais e outras, procurando realçar o sentido da Semana.
Tríduo Pascal
O ponto alto da Semana Santa é o Tríduo Pascal (ou Tríduo Sacro) que se inicia com a missa vespertina da Quinta-feira Santa e se conclui com a Vigília Pascal, no Sábado Santo. Os três dias formam uma só celebração, que resume todo o mistério pascal. Por isso, nas celebrações da quinta-feira à noite e da sexta-feira não se dá a bênção final; ela só será dada, solenemente, no final da Vigília Pascal.
QUINTA-FEIRA SANTA – Neste dia celebra-se a instituição da Eucaristia e do Sacerdócio ministerial. A Eucaristia é o sacramento do Corpo e Sangue de Cristo, que se oferece como alimento espiritual.
De manhã só há uma celebração, a Missa do Crisma que, na nossa diocese, é realizada na noite de quarta-feira, permitindo que mais pessoas possam participar.
Na quinta-feira à noite acontece a celebração solene da Missa, em que se recorda a instituição da Eucaristia e do Sacerdócio ministerial. Nessa missa realiza-se a cerimônia do lava-pés, em que o celebrante recorda o gesto de Cristo que lavou os pés dos seus apóstolos. Esse gesto procura transmitir a mensagem de que o cristão deve ser humilde e servidor.
Nessa celebração também se recorda o mandamento novo que Jesus deixou: “Eu vos dou um novo mandamento, que vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei.” Comungar o corpo e sangue de Cristo na Eucaristia implica a vivência do amor fraterno e do serviço. Essa é a lição da celebração.
SEXTA-FEIRA SANTA – A Igreja contempla o mistério do grande amor de Deus pelos homens. Ela se recolhe no silêncio, na oração e na escuta da palavra divina, procurando entender o significado profundo da morte do Senhor. Neste dia não há missa. À tarde acontece a Celebração da Paixão e Morte de Jesus, com a proclamação da Palavra, a oração universal, a adoração da cruz e a distribuição da Sagrada Comunhão.
Na primeira parte, são proclamados um texto do profeta Isaías sobre o Servo Sofredor, figura de Cristo, outro da Carta aos Hebreus que ressalta a fidelidade de Jesus ao projeto do Pai e o relato da paixão e morte de Cristo do evangelista João. São três textos muito ricos e que se completam, ressaltando a missão salvadora de Jesus Cristo.
O segundo momento é a Oração Universal, compreendendo diversas preces pela Igreja e pela humanidade. Aos pés do Redentor imolado, a Igreja faz as suas súplicas confiante. Depois segue-se o momento solene e profundo da apresentação da Cruz, convidando todos a adorarem o Salvador nela pregado: “Eis o lenho da Cruz, do qual pendeu a salvação do mundo. – Vinde adoremos”.
E o quarto momento é a comunhão. Todos revivem a morte do Senhor e querem receber seu corpo e sangue; é a proclamação da fé no Cristo que morreu, mas ressuscitou.
NESSE DIA A IGREJA PEDE O SACRIFÍCIO DO JEJUM E DA ABSTINÊNCIA DE CARNE, COMO ATO DE HOMENAGEM E GRATIDÃO A CRISTO, PARA AJUDAR-NOS A VIVER MAIS INTENSAMENTE ESSE MISTÉRIO, E COMO GESTO DE SOLIDARIEDADE COM TANTOS IRMÃOS QUE NÃO TÊM O NECESSÁRIO PARA VIVER.
Mas a Semana Santa não se encerra com a sexta-feira, mas no dia seguinte quando se celebra a vitória de Jesus. Só há sentido em celebrar a cruz quando se vive a certeza da ressurreição.
VIGÍLIA PASCAL - Sábado Santo é dia de “luto”, de silêncio e de oração. A Igreja permanece junto ao sepulcro, meditando no mistério da morte do Senhor e na expectativa de sua ressurreição. Durante o dia não há missa, batizado, casamento, nenhuma celebração.
À noite, a Igreja celebra a solene Vigília Pascal, a “mãe de todas as vigílias”, revivendo a ressurreição de Cristo, sal vitória sobre o pecado e a morte. A cerimônia é carregada de ricos simbolismos que nos lembram a ação de Deus, a luz e a vida nova que brotam da ressurreição de Cristo.

RETIRADO :



  

TEXTO PARA REFLEXÃO EM REUNIÃO DE PAIS NA CATEQUESE - POUCO TEMPO PARA DEUS E PARA SUAS FAMÍLIAS / O PODEROSO - Um homem convocou uma Convenção Mundial de pessoas que não acreditavam em Deus. Em seu discurso de abertura, ele disse: “Não podemos impedir os cristãos de irem à igreja”. “Não podemos impedi-los de ler as suas Bíblias e conhecerem a verdade”. Mantenha-os ocupados, ocupados.” / Um poema para refletir EU NÃO TENHO TEMPO / SEMANA DA FAMÍLIA - POR QUE IR À IGREJA?




POUCO TEMPO PARA DEUS 
E PARA SUAS FAMÍLIAS.

O PODEROSO
Um homem  convocou uma Convenção Mundial de pessoas que não acreditavam em Deus.
Em seu discurso de abertura, ele disse:
“Não podemos impedir os cristãos de irem à igreja”.
“Não podemos impedi-los de ler as suas Bíblias e conhecerem a verdade”.
“Nem mesmo podemos impedi-los de formar um relacionamento íntimo com o seu Salvador”.
E, uma vez que eles ganham essa conexão com Jesus, o nosso poder sobre eles está quebrado.

“Então vamos deixá-los ir para as suas igrejas, vamos deixá-los com os almoços e jantares que nelas organizam, MAS, VAMOS ROUBAR-LHES O TEMPO QUE TEM, DE MANEIRA QUE NÃO SOBRE TEMPO COM JESUS CRISTO”.
“O que quero que vocês façam é o seguinte”, disse o homem :
Distraia-os a ponto que não consigam aproximar-se do seu Salvador
Como vamos fazer isto? Gritaram todos.
Respondeu-lhes:
“MANTENHAM-NOS OCUPADOS NAS COISAS NÃO ESSENCIAIS DA VIDA, E INVENTEM INUMERÁVEIS ASSUNTOS E SITUAÇÕES QUE OCUPEM AS SUAS MENTES”
“Tentem-nos a gastarem, gastarem, gastarem, e tomar emprestado, tomar emprestado”.
“Persuadam as suas esposas a irem trabalhar durante longas horas, e os maridos a 
Como se concentrar trabalhando no Computador
trabalharem de 6 à 7 dias por semana, durante 10 à 12 horas por dia, a fim de que eles tenham capacidade financeira para manter os seus estilos de vida fúteis e vazios.”
“Criem situações que os impeçam de passar algum tempo com os filhos”.
“A medida que suas famílias forem se fragmentando, muito em breve seus lares já não mais oferecerão um lugar de paz para se refugiarem das pressões do trabalho”.
“Estimulem suas mentes com tanta intensidade, que eles não possam mais escutar 

aquela voz suave e tranquila que orienta seus espíritos”.
“Encham as mesinhas de centro de todos os lugares com revistas e jornais , se ocupem com sites na internet, redes socais, jogos e se esqueçam do contanto familiar.”

“Bombardeiem suas mentes com noticias 24 horas por dia”.
“Invadam os momentos em que estão dirigindo, fazendo-os prestar atenção a cartazes chamativos”.
Dor de Cabeça nas Mulheres
“Mantenham lindas e delgadas modelos nas revistas e na TV, para que seus maridos acreditem que a beleza externa é o que é importante, e eles se tornarão mal satisfeitos com suas próprias esposas”.
“ Mantenham as esposas demasiadamente cansadas para amarem seus maridos à 
noite, e dê-lhes dor de cabeça também. Se elas não dão a seus maridos o amor que eles necessitam, eles então começam a procurá-lo em outro lugar e isto, sem dúvida, fragmentará as famílias rapidamente.”
“ Dê-lhes Papai Noel, para que esqueçam da necessidade de ensinarem aos seus filhos, o significado real do Natal”.
“Dê-lhes o Coelho da Páscoa, para que eles não falem da ressurreição de Jesus, e o seu poder sobre o pecado e a morte.”
“Até mesmo quando estiverem se divertindo, se distraindo, que seja feito tudo com excessos, para que ao voltarem dali estejam exaustos!”
“ Mantenha-os de tal modo ocupados que nem pensem em andar ou ficar na natureza, para refletirem na criação de Deus. Ao invés disso, mande-os para Parques de Diversão, acontecimentos esportivos, peças de teatro, concertos e ao cinema.
Mantenha-os ocupados, ocupados.”
“E, quando se reunirem para um encontro, ou uma reunião espiritual, envolva-os em mexericos e conversas sem importância, para que, ao saírem, o façam com as consciências pesadas.”
“ENCHAM AS VIDAS DE TODOS ELES COM TANTAS CAUSAS NOBRES E IMPORTANTES A SEREM DEFENDIDAS QUE NÃO TENHAM NENHUM TEMPO PARA BUSCAREM O PODER DE JESUS”.
Muito em breve, eles estarão buscando em suas próprias forças, as soluções para seus problemas e causas que defendem, sacrificando sua saúde e suas famílias pelo bem da causa.”
“Isto vai funcionar! Vai funcionar!”
Todos, ansiosamente partiram para cumprirem as determinações do chefe, fazendo com que os cristãos, em todo o mundo ficassem mais ocupados, e mais apressados, indo daqui para ali e vice-versa, tendo pouco tempo para Deus e para suas famílias.
Não tendo nenhum tempo para contar à outros sobre o poder de Jesus para transformar vidas.

CREIO QUE A PERGUNTA É:

ESSE PLANO TEVE SUCESSO NAS SUAS MAQUINAÇÕES?
FIQUE ATENTO À SUA ROTINA, AO SEU DIA-A-DIA, PARA SE OCUPAR DAS COISAS QUE SÃO REALMENTE IMPORTANTES.
Um poema para refletir


EU NÃO TENHO TEMPO
Eu me ajoelhei para orar,
mas não por muito tempo,
Pois tenho muito a fazer.
Eu tive de apressar e ir trabalhar
Pois contas em breve precisam ser pagas.
Assim, me ajoelhei e rezei apressadamente.
e me levantei depressa de meus joelhos.
Minha obrigação Cristã foi feita.
Minha alma pode descansar em paz...
Por todo o dia eu não tive tempo
De espalhar uma palavra de alegria
Sem tempo de falar de Cristo aos amigos,
Eles ririam de mim, eu receio.
Sem tempo, sem tempo, muita coisa a fazer,
era minha constante reclamação
Sem tempo
para dar às almas necessitadas
Mas por último o tempo, o tempo de morrer,
eu fui perante Nosso Senhor,
eu entrei e fiquei de olhos baixos.
Pois em Suas Mãos, Deus tinha um livro,
O Livro da Vida!
Deus olhou em Seu Livro e disse:
'' Seu nome não consigo encontrar,
Uma vez Eu ia escrever seu nome...
Mas nunca encontrei tempo...''

 indico um livro nessas situações : 

  • Faça sua prece - Para pessoas muito ocupadas
Sinopse do livro
Algumas vezes é duro rezar, sobretudo quando estamos magoados, confusos, ocupados ou apenas sem inspiração. Há ocasiões em que desejamos gritar de dor ou expressar-nos de forma inadequada. Outras vezes podemos sentir que nos faltam ideias ou palavras para a oração, ou podemos apenas sentir-nos voltados para o nosso interior e isolados de Deus.
Em qualquer uma dessas ocasiões ou em todas elas, a série “Faça sua prece” será muito útil. Repleta de motivações, meditações, exercícios e de uma rica variedade de preces, seus livros asseguram a elevação do espírito.

http://www.avemaria.com.br/produto/527-facasuapreceparapessoasmuitoocupadas

POR QUE IR À IGREJA?

Um freqüentador de Igreja escreveu para o editor de um jornal e reclamou
que não faz sentido ir à Igreja todos os domingos.
"Eu tenho ido à  Igreja por 30 anos", ele escreveu, "e durante este tempo eu ouvi uns  3.000 sermões.
Mas por minha vida, eu não consigo lembrar nenhum deles  sequer...
Assim, eu penso que estou perdendo meu tempo e os Padres e
Pastores estão desperdiçando o tempo deles pregando sermões!"
Esta carta iniciou uma grande controvérsia na coluna "Cartas ao Editor", para
prazer do Editor Chefe do jornal.
O jornal continuou com isso por  semanas, recebendo e publicando cartas sobre o assunto, até que alguém  escreveu este argumento:
"Eu estou casado já há 30 anos.
Durante este tempo minha esposa deve ter cozinhado umas 32.000 refeições.
Mas, por minha vida, eu não consigo me lembrar do cardápio de nenhuma destas 32.000 refeições.
Mas de uma coisa eu sei... Todas elas me nutriram e me deram a força que eu precisava para fazer o meu trabalho.
 Se minha esposa não tivesse me dado estas refeições, eu estaria hoje  fisicamente morto.
Da mesma maneira, se eu não tivesse ido à Igreja para  alimentar minha fome espiritual,  eu estaria hoje morto espiritualmente. 

QUANDO A GENTE ESTÁ RESUMIDO A NADA... DEUS ESTÁ POR CIMA DE TUDO!   FÉ VÊ O INVISÍVEL, ACREDITA NO INACREDITÁVEL, E RECEBE O IMPOSSÍVEL!

   GRAÇAS A DEUS POR NOSSA NUTRIÇÃO FÍSICA E ESPIRITUAL!"



sexta-feira, 1 de março de 2013

OS SACRAMENTOS - TEXTO ADAPTADO PARA CATEQUESE DE CRIANÇAS






   

TEXTO ADAPTADO PARA CATEQUESE DE CRIANÇAS

                                                OS SACRAMENTOS

A PALAVRA SACRAMENTO SIGNIFICA SINAL. Há sete sacramentos. Pelos sacramentos Jesus quer nos dar mais vida. Ele mesmo disse: “Eu vim para que todos tenham vida.”
     Sacramento  é um sinal visível da graças de Deus. São sinais concretos do amor de Deus. Por meio deles está o próprio Jesus agindo naquele momento.
    Todavia os sacramentos não são uma coisa mágica! Para que eles sejam eficazes é necessário que a pessoa aceite a ação do Espírito santo em sua vida.
    Somente a igreja católica possui os sete sacramentos e crê na eficácia deles como fonte da Graça de Deus.

                  Vejamos os sinais escolhidos por Cristo para serem na Igreja, os Sacramentos :



 1-  O  BATISMO  - Mt 28,19-2   È o princípio da vida nova. È o nascimento para a vida nova em Cristo. Segundo a vontade de Jesus ele é necessário para a salvação. Todos somos filhos de Deus, mas pelo batismo nós recebemos a bênção de Deus e aceitamos Jesus em nosso coração e como dono de nossas vidas. O Batismo prepara as crianças para viverem uma vida cristã.
     Os pais e os padrinhos tem uma missão muito importante :  a de ensinar a criança desde cedo a ser um cristão. O rito essencial do batismo consiste em mergulhar na água o candidato ou derramar água sobre sua cabeça invocando  nome da Santíssima trindade.

2-  A CRISMA    Atos 2,1-13 È  a confirmação do sacramento  do batismo. Ele é o sacramento que dá os dons do Espírito Santo e nesse momento o crismando torna-se testemunha de Jesus, assim como foi feito com os apóstolos quando Jesus lhes enviou o Espírito Santo.
A crisma é reservada para os adolescentes ou jovens,
                    Os sete principais dons do espírito santo recebidos pela crisma são : sabedoria, inteligência, conselho, fortaleza, ciência, piedade e temor ao senhor.




         

3 -EUCARISTIA - Mc 14,22





 Na eucaristia, Ele, Jesus Cristo, está realmente presente na forma de pão e vinho consagrados, recebemos o corpo de Cristo, que é a hóstia abençoada. Comungar é receber a comunhão que é a hóstia sagrada, mas isso só depois de fazer a Primeira comunhão, quando se recebe a hóstia pela primeira vez. Para isso primeiro deve se fazer o catecismo, se preparar anteriormente para este sacramento. A partir da primeira comunhão os cristãos deverão comungar sempre que possível para ter Jesus vivo em seus corações.

  4- MATRIMÔNIO         - Efésios 5,25-32   A aliança matrimonial ou casamento na Igreja faz com que um homem e uma mulher constituam entre si uma comunidade de vida e de amor. O marido e a mulher devem se amar com o mesmo amor com que Cristo amou sua igreja : até o fim, na fidelidade mais plena.
          È um sacramento indissolúvel, é a união do casal com a bênção de Deus. As alianças simbolizam a união do casal, o compromisso que eles estão aceitando de ficarem juntos em todos os momentos de suas vidas.
  5- ORDEM                         A missão própria desse sacramento consiste resumidamente em servir á comunidade em nome e na  pessoa de Cristo. Na  ordenação, os diáconos, padres e bispos recebem o poder sagrado para o serviço dos Fíeis em geral : pelo ensino, pelo culto divino e pelo governo pastoral.



                   



 6-   UNÇÃO DOS ENFERMOS   Tiago 5,14-15   Tem por finalidade conferir uma graça especial ao cristão que enfrenta dificuldades quando estão enfermos em estado grave ou idoso. Antigamente era chamado de extrema-unção, porque era dado só em estado final da vida, hoje porém, todas as vezes que um cristão cai gravemente enfermo, pode receber a santa unção.
         
  

7- PENITÊNCIA    Jô 20,22-23        
 A igreja Católica acredita que todo pecado cometido após o batismo pode ser perdoado por meio de um sacramento próprio, chamado sacramento da reconciliação, da penitência, da confissão ou da conversão, todos nós o conhecemos mais  por “confissão”.  Retornar para Deus pela penitência ou confissão implica que a pessoa se arrependa de seus pecados e não volte a cometê-los.

       O sacramento da penitência ou confissão é constituído de três atos da parte do penitente :
             - arrependimento;
             - confissão dos pecados ao sacerdote;
             - propósito de cumprir uma reparação pelas faltas e cumprir  a penitência proposta para si.

          Da parte do sacerdote temos a absolvição em nome da Santíssima Trindade. Todo padre possui o chamado “segredo de confissão”, ou seja: em hipótese nenhuma poderá revelar o pecado contado pelo penitente



UM MELHOR ENTENDIMENTO SOBRE OS SACRAMENTOS


TEXTO - BASE DE INFORMAÇÕES PARA OS CATEQUISTAS



Os Sacramentos são esses sinais comunicadores da graça divina.Por isso o cristão não pode ficar sem os Sacramentos. O Cristianismo não é apenas uma filosofia religiosa, mas é uma comunhão de vida com o próprio Deus da maneira que Ele estabeleceu, especialmente pelos Sacramentos.Todo Sacramento é um sinal, que não apenas assinala, mas que realiza o que assinala; assim, a água do Batismo indica a purificação da criança e a realiza. Os Sacramentos dão continuidade à santíssima humanidade de Cristo, que assinalava e realizava a salvação dos homens. Por isso a Igreja (Corpo de Cristo prolongado) com os sete Sacramentos formam como que “o Grande Sacramento – a ordem sacramental através do qual a vida eterna do Pai flui até cada indivíduo em particular” (E. Bettencourt).
Cada Sacramento consta de matéria (água, pão, vinho, gestos…) e forma, que são as palavras proferidas sobre a matéria, declarando o sentido da mesma: “Eu te batizo…; Isto é o meu Corpo…” Os Sacramentos são sinais visíveis porque o ser humano é formado de corpo e alma; ele passa do visível ao invisível. Aristóteles († 322 a.C.) dizia que: “Nada há no intelecto que não tenha passado pelos sentidos”. É pelos sentidos que ele aprende.Tertuliano (†220 ) dizia que: “A carne (o corpo) é o eixo da salvação. Lava-se o corpo a fim de que a alma seja purificada; unge-se o corpo a fim de que a alma seja consagrada… O corpo é nutrido pelo Corpo e Sangue de Cristo, a fim de que a alma se alimente de Deus… Não podem, pois, ser separados na recompensa, já que estão unidos nas obras da salvação” (Sobre a Ressurreição da Carne 8 PL 2, 852).
Os Sacramentos agem “ex opere operato”, quer dizer, pela força do próprio rito, independente da santidade do ministro; em outras palavras, é Cristo quem ministra todo e qualquer Sacramento, pois Ele é o único sacerdote do Novo Testamento; os demais ordenados são seus ministros, como disse S. Tomás de Aquino. Se tiverem sido validamente ordenados pela Igreja e ministrarem os sacramentos com a mesma intenção que Cristo fez, então, participam do único Sacerdócio de Cristo e sua ação é eficaz.
Todo sacramento produz dois efeitos: o caráter e a graça santificante. O caráter é uma marca, um selo espiritual que é impresso na alma do cristão pelos três Sacramentos que não podem ser repetidos: Batismo, Crisma e Ordem. Os demais sacramentos imprimem um “quase-caráter”; por exemplo, o vínculo conjugal para os validamente casados.
Esta marca significa uma pertença a Cristo, e não depende das disposições morais da pessoa que recebe o sacramento. Santo Agostinho comparava esta marca com aquela que era impressa nas ovelhas, no gado, e até nos escravos pelos seus donos. Mesmo desertado o escravo continuava com a marca para sempre. A graça santificante comunicada pelo Sacramento é a “participação na vida divina” de que falou S. Pedro (1Pe 1, 4), que a pessoa pode não receber se põe obstáculo a ela. Por exemplo, se alguém comunga em pecado grave, ou se não crê na Eucaristia, mesmo assim recebe o verdadeiro Corpo de Cristo, mas não recebe a graça. Por isso os frutos dos Sacramentos dependem do esforço de conversão da pessoa; das suas disposições interiores.
“Toda a vida litúrgica da Igreja gravita em torno do sacrifício eucarístico e dos sacramentos” (SC,6), disse o último Concílio. Há na Igreja sete sacramentos: o Batismo, a Confirmação ou Crisma, a Eucaristia, a Penitência, a Unção dos Enfermos, a Ordem, o Matrimônio (cf. DS 860;1310;1601). (CIC. §1113)
Os Sacramentos encerram em si todas as graças que precisamos durante a vida para que a imagem de Cristo seja formado em nós. Nascemos de nossos pais para uma vida de sofrimentos herdada de Adão; o Batismo nos faz renascer, dando-nos uma vida nova, de filhos de Deus, herdeiros do Céu, passando pela morte e ressurreição de Cristo (Rm 6, 1-11).
Aos poucos a criança atinge a adolescência e se robustece; na vida espiritual recebe o Sacramento da  Crisma que lhe dá pelo dom do Espírito Santo, a maturidade espiritual e a força para viver e testemunhar a fé. A cada dia a vida precisa ser alimentada com o pão, mas ele não impede que a morte aconteça; então, Cristo nos dá, pela Igreja, o Pão do Céu, a Eucaristia, que é remédio e sustento para a caminhada, e que nos garante a vida eterna.
As doenças ameaçam o nosso corpo e a nossa vida terrena, também os pecados ameaçam nossa vida espiritual. Temos os remédios para a vida do corpo e Cristo nos dá, pelo Sacramento da Penitência, o remédio que cura a alma. Quando chegamos à vida adulta escolhemos a profissão e o trabalho, e nos preparamos para ele; na vida espiritual seguimos a nossa vocação, para o casamento ou para a vida religiosa. Para realizar bem esta missão Deus nos dá o Sacramento do Matrimônio e da Ordem.
No final da vida, ou na doença grave, quando o sofrimento e até a morte se aproxima, novamente Cristo nos acolhe e prepara para nos curar ou para nos preparar para o desenlace final, acompanhando-nos pelo Sacramento da Unção dos Enfermos.
Assim, os Sacramentos nos acompanham em toda a vida, a fim de que a vida espiritual não pereça, e sejamos felizes sempre na companhia de Cristo, para que possamos chegar “ao estado de homem perfeito, à medida da estatura da plenitude de Cristo” (cf. Ef 4, 13; 1Cor 2,6).
 2ª PARTE DO TEXTO :
Do Livro: OS SETE SACRAMENTOS
Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br

ORAÇÃO PELA PROTEÇÃO DA FAMÍLIA


ORAÇÃO PELA PROTEÇÃO DA FAMÍLIA
ORE COM VIGOR:


 

DEUS, NOSSO PAI CAMINHE
 PELA MINHA CASA E LEVE
EMBORA TODAS AS MINHAS
PREOCUPAÇÕES E DOENÇAS,
E POR FAVOR,
VIGIA E CURA
A MINHA FAMÍLIA
EM NOME DE JESUS... 
AMEM.

ORAÇÃO PELA FAMÍLIA : JOGRAL PARA REUNIÕES DE CATEQUESE COM OS PAIS




JOGRAL PARA REUNIÕES DE
CATEQUESE COM OS PAIS

ORAÇÃO PELA FAMÍLIA :

(MULHERES) -  SENHOR DÊ AOS NOSSOS FILHOS DISCERNIMENTO E FIRMEZA PARA REJEITAR TUDO QUE CONTRARIA A VOSSA PALAVRA E ÁMEM CADA VEZ MAIS AO SENHOR.
( HOMENS) - QUE HAJA UM MOVER DO ESPÍRITO SANTO SOBRE OS NOSSOS FILHOS . QUE CADA UM DELES SEJA ALCANÇADO PELO IMENSO AMOR DO SENHOR.
( CATEQUISTA ) - ORAMOS PELA  SAÚDE FÍSICA, MENTAL, EMOCIONAL E ESPIRITUAL DE NOSSOS FILHOS
( TODOS)  - PELA PAZ, HARMONIA E AMOR EM NOSSOS LARES.
( MULHERES)  - QUE NOSSOS FILHOS TENHAM :
PRAZER EM ESTAR EM NOSSA COMPANHIA E SE SINTAM FELIZES POR PERTENCEREM A UMA FAMÍLIA CRISTÃ
(CATEQUISTA ) – QUE SINTAM ALEGRIA EM ESTAR NA CASA DE DEUS.
( HOMENS) - QUE NÓS PAIS, BUSQUEMOS SABEDORIA E GRAÇA, A FIM DE VIVERMOS UMA VIDA BONITA E COERENTE, QUE CONDUZA NOSSOS FILHOS A ESCOLHEREM SEMPRE O MELHOR CAMINHO.
( MULHERES) - QUE O SENHOR OS LIVRE DA INFLUÊNCIA DE VÍCIOS, MATERIALISMO, IMORALIDADE E CONSUMISMO.
( TODOS ) - SENHOR: DÁ-NOS UMA VIDA DE ORAÇÃO EM TUA PALAVRA, PARA QUE ENCONTREMOS NELA AS RESPOSTAS QUE A CADA DIA PRECISAMOS PARA VIVER O IMENSO DESAFIO DE EDUCAR FILHOS PARA A SANTIDADE, POIS É ESTA A MAIOR HERANÇA QUE PODEMOS LHES DEIXAR.
( HOMENS) - CONSERVA EM NOSSOS CORAÇÕES A FÉ,A CONFIANÇA EM TI,O AMOR À TUA VONTADE E A NOSSA RELIGIÃO
( MULHERES ) - TUDOS ISSO TE PEDIMOS PELA INTERCESSÃO DE NOSSA QUERIDA MÃE, QUE CREMOS ESTAR AQUI CONOSCO A INTERCEDER JUNTO COM SEU FILHO AMADO JESUS.
( TODOS ) - MARIA, INTERCEDEI POR NÓS E POR NOSSA FAMÍLIAS.
   
      AVE MARIA CHEIA DE GRAÇA , O SENHOR É .......


                    MÚSICA – TODOS CANTANDO:

ORAÇÃO PELA FAMILIA  - PADRE ZEZINHO 
COMPOSIÇÃO: Pe. ZEZINHO

QUE NENHUMA FAMÍLIA COMECE EM QUALQUER DE REPENTE
QUE NENHUMA FAMÍLIA TERMINE POR FALTA DE AMOR
QUE O CASAL SEJA UM PARA O OUTRO DE CORPO E DE MENTE
E QUE NADA NO MUNDO SEPARE UM CASAL SONHADOR!
QUE NENHUMA FAMÍLIA SE ABRIGUE DEBAIXO DA PONTE
QUE NINGUÉM INTERFIRA NO LAR E NA VIDA DOS DOIS
QUE NINGUÉM OS OBRIGUE A VIVER SEM NENHUM HORIZONTE
QUE ELES VIVAM DO ONTEM, DO HOJE, E EM FUNÇÃO DE UM DEPOIS!
QUE A FAMÍLIA COMECE E TERMINE SABENDO ONDE VAI
E QUE O HOMEM CARREGUE NOS OMBROS A GRAÇA DE UM PAI
QUE A MULHER SEJA UM CÉU DE TERNURA, ACONCHEGO E CALOR
E QUE OS FILHOS CONHEÇAM A FORÇA QUE BROTA DO AMOR!
ABENÇOA, SENHOR, AS FAMÍLIAS! AMÉM!
ABENÇOA, SENHOR, A MINHA TAMBÉM (BIS)
QUE MARIDO E MULHER TENHAM FORÇA DE AMAR SEM MEDIDA
QUE NINGUÉM VÁ DORMIR SEM PEDIR OU SEM DAR SEU PERDÃO
QUE AS CRIANÇAS APRENDAM NO COLO, O SENTIDO DA VIDA
QUE A FAMÍLIA CELEBRE A PARTILHA DO ABRAÇO E DO PÃO!
QUE MARIDO E MULHER NÃO SE TRAIAM, NEM TRAIAM SEUS FILHOS!
QUE O CIÚME NÃO MATE A CERTEZA DO AMOR ENTRE OS DOIS!
QUE NO SEU FIRMAMENTO A ESTRELA QUE TEM MAIOR BRILHO,
SEJA A FIRME ESPERANÇA DE UM CÉU AQUI MESMO E DEPOIS!
QUE A FAMÍLIA COMECE E TERMINE SABENDO ONDE VAI
E QUE O HOMEM CARREGUE NOS OMBROS A GRAÇA DE UM PAI
QUE A MULHER SEJA UM CÉU DE TERNURA, ACONCHEGO E CALOR
E QUE OS FILHOS CONHEÇAM A FORÇA QUE BROTA DO AMOR!
ABENÇOA, SENHOR, AS FAMÍLIAS! AMÉM!
ABENÇOA, SENHOR, A MINHA TAMBÉM (BIS)